domingo, 28 de junho de 2015

# 88


Fotografado em Moscavide, na rua Almirante Gago Coutinho, em junho 2015.

Obrigada, mais uma vez, à Raquel da Franca que nos envia este pinta-amor dizendo que não conseguiu esclarecer quem é, aqui, o Urso. 

Será aquele que ama ou será o ser amado?


segunda-feira, 22 de junho de 2015

# 87


Fotografado em Lisboa, na rua Cidade de Bissau.


Aqui está um amor sofrido. Não resisti a pedi-lo ao Pedro Correia do “Delito de Opinião”, que lá mantém (só agora descobri) a rubrica “Romance de parede” em total afinidade com estes “pinta-amores”.

domingo, 21 de junho de 2015

sexta-feira, 19 de junho de 2015

# 85


Fotografado em Lisboa, na rua Pinto Ribeiro, em  17-06-2015.


Novo contributo da Raquel da Franca a quem agradeço. Como ela nos diz, este pinta-amor está bem identificado, com nome e apelido. 

É o que se pode chamar de declaração sem sombra de dúvida. 

terça-feira, 16 de junho de 2015

# 84


Fotografado em Vilamoura, na Avenida da Praia da Falésia, em 21-03-2015.


Este é o pinta-amor “três em um”. Com sotaque do Brasil, em três postes de iluminação pública, assim de seguida, um atrás do outro. Uma verdadeira declaração de rajada.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

# 83


Fotografado em Loulé, em 06-06-2015.

O reboco de cimento ainda estava fresco. Gravar ali o amor tornou-se irresistível.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

# 82


Fotografado num ponto de reciclagem, em Belém, Lisboa, em 2014.
Este é mais um contributo da Paula Caetano.


E, respondendo à pergunta: de quem eu gosto, nem às paredes confesso…

sexta-feira, 5 de junho de 2015

# 80


Fotografado no castelo de Montemor, em 2008.

Desta vez é desamor que aqui se traz. Mais uma colaboração de Luís Rodrigues que situa este escrito uma versão de após-amor.


quarta-feira, 3 de junho de 2015

# 79


Fotografado em Lisboa, em 30-05-2015.

A Maria Morgado descobriu-nos mais pinta-amor. Como ela refere, a expressão “para ti” é, por si só, uma declaração de amor.

Também acho.

terça-feira, 2 de junho de 2015

# 78


Fotografado no Funchal, em maio 2013.

Este é um contributo da Paula Caetano que nos confessa que os pinta-amores a fazem sorrir e espera que a nós também.


Fazem sim. E sorrir faz-nos felizes. 

domingo, 31 de maio de 2015

# 77



Fotografado em Lisboa, em 22-05-2015.

Este é mais um pinta-amor captado pelo Jorge Queirós de quem reproduzo aqui as palavras:

“Hoje é enésima vez que penso se deveria enviar o contributo, uma vez que para a vida ser arte só precisamos de gostar de nós, sem depender de terceiros, independentemente da forma como gostamos de alguém e da reciprocidade que o sentimento pode ou não gerar. Mas como estava a pensar demasiado, decidi enviar. E fiz muito bem”


Fez sim senhor.

sábado, 30 de maio de 2015

# 76

(rua António Candido, no Porto)

Fiquei na dúvida: será brasileiroguês ou grafia com acordo?...
Chanse? Chance? Ou será Xance, ou... xanse?...
Vou escrever ipótese!

terça-feira, 26 de maio de 2015

# 75


Fotografado em Albufeira, em 21-03-2015.


Olhou em redor. Não vinha ninguém. Apressada, deixou ali o seu recado de amor e escapou-se pela rua contígua. Sabia que ele passaria por ali. Voltou para casa, de coração aos saltos no peito.

domingo, 24 de maio de 2015

# 74



Fotografado em Lisboa, num banco do jardim da Gulbenkian, em 23-05-2015.


Um mimo de pinta-amor, não concordam?

domingo, 17 de maio de 2015

# 73


Porque as certezas são importantes … num mundo de incertezas.

Estas são as palavras de Luis Rodrigues, que acompanham mais um dos seus contributos para o blogue dos pinta-amores. Cá está um exemplar de peso, considerando que se mostra como o “maior amor do mundo”.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

# 72

Palácio de Cristal, Porto
(a parede da rua da Restauração)


Uma longa parede preparada pela Câmara, posta à disposição da inspiração artística pública. Aqui, talvez, um beijo apaixonado com um toque revivalista dos anos vinte do século passado...  

terça-feira, 12 de maio de 2015

# 71


Fotografado em Albufeira, em 21-03-2015.


Alguém pede mais amor. Claro. Amor nunca é demais.

sábado, 9 de maio de 2015

# 70


Fotografado em Mira de Aire, em 2011.

Enviada pelo Luis Rodrigues, que a compara a um sms de parede.


Parece mesmo… Até hora de envio tem. Mas o melhor é que até tem resposta e é positiva. Pinta-amores com finais felizes  também nos deixam felizes, não é verdade?

quarta-feira, 6 de maio de 2015

# 69

(no Porto, na rua de Monte Cativo)
Por mim, aconselharia um oculista!...


terça-feira, 5 de maio de 2015

# 68


Fotografado no Porto, por Maria Morgado.

Lembram-se da Leonor cercada de corações, junto à caixa de correio, numa porta fechada a cadeado que já aqui se publicou?


Pois bem, cá está ela de novo. A porta é outra, como outra é a caixa do correio. A mensagem amorosa, essa mantém-se. Que história misteriosa será esta que anda pelas caixas de correio do Porto?

domingo, 3 de maio de 2015

# 67


Fotografado, em Lisboa (Benfica), na parede das traseiras da Escola Superior de Educação, em abril 2015.


Poderá, como o faz a Raquel da Franca, que nos envia mais este escrito de parede, questionar-se a questão da educação, mas nunca a questão do amor…

sexta-feira, 1 de maio de 2015

# 66


Para a Carolina, este tapume deve ter sido como uma caixinha de surpresas…

Fotografado em Albufeira, no cerro por cima da marina, e oferecido aos “pinta-amores” pela Gi, do Garden of  Philodemus.

terça-feira, 28 de abril de 2015

# 65


Arrebatador, como só podia ser um verso apaixonado de Florbela.

Fotografado em Matosinhos, por Jorge Queirós que diz querer dedicar este “pinta-amor” a uma marafada que cruzou o seu caminho e o anda a encantar, trazendo luz à sua vida.


Esse encantamento deixa-o feliz e a nós também, já que contribui de forma tão poética para este mural.

sábado, 25 de abril de 2015

# [Fora de série]


Mais um [fora de série] para intercalar na coleção. A natureza sabe como pintar o amor.


Oferta da Susana Miguel.  

quarta-feira, 22 de abril de 2015

# 64


Fotografado na Quinta das Conchas, Lisboa, por Luis Rodrigues que confessa gostar da mensagem por até achar que podia ser ele, assim, revoltado.


Se calhar todos nos revemos numa ou noutra destas declarações. Por isso nos atraem o olhar e nos fazem sorrir.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

# 63


Fotografado em Leça da Palmeira, em setembro de 2014, por Jorge Queirós que, segundo nos conta, gosta de captar estes instantes.

Ainda bem que o faz, pois assim eterniza esta mensagem que, falando ela própria de eternidade, revelou ser efémera. De facto, como nos diz o Jorge, a "brigada dos costumes" de Matosinhos já a apagou. Não importa. Ela, agora, vive nos muros dos “pinta-amores”.


Obrigada, Jorge.

domingo, 19 de abril de 2015

# 62


Este pinta-amores atrevido poderia ter uma banda sonora com a cantiga “receba as flores que lhe dou…”


Foi fotografado, em Leiria, pela Graça Sampaio que o publicou no seu picosderoseirabrava  e me deixou roubá-lo para o juntar à coleção.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

# 61


(esquina das Sobreiras, junto ao Douro, no Porto)
Está, Inês, com certeza, posta em sossego;
se o Amor a incendiar tem à mão como apagar o fogo...

quarta-feira, 15 de abril de 2015

# 60


Parece que este é um amor infernal…

Foi “caçado” no Minho, pela objetiva da Maria Eu.

terça-feira, 14 de abril de 2015

# 59

Mobiliário urbano de Beja inspirado nas linhas do artista plástico Jorge Vieira e enriquecido com este lembrete em ar de aviso. Fotografado em Beja.

Os corações de Yves são fora de série

Para quem anda a colecionar “pinta-amores”, saber que há um artista plástico que se dedica a pintar corações pelas paredes de São Miguel, nos Açores, dá vontade de ir já a correr, apanhar um avião para fotografar os 278 murais que Yves Decoster criou. E parece que pretende chegar aos 365 ou seja, um coração por dia.

À falta da viagem, resta partilhar aqui esta história e classificá-la como, verdadeiramente, “fora de série”.

Foto daqui

domingo, 12 de abril de 2015

# 58


Fotografado na Praceta Chinquilho, Lisboa, em abril  2015.


Este é mais um contributo da Raquel Franca, que nos diz desconhecer se a “gorda” gostou da declaração mas, quanto a ela, é sempre bom saber que se é muitooo amada.

Concordo.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

# 57


Fotografado em agosto de 2012, em Alcântara.


Cedido pelo Luis Rodrigues que o enviou por o achar desconcertante, tal como o amor.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

# 56


Aqui, pintou-se a arte de amar.

Fotografado em Braga, na rua de Janes, em 31 de março 2015.

Gentilmente oferecido aos “pinta-amores” pela Afrodite.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

# 55

simplesmente... amor! 
 
(...) Ó ferreiro guarda a filha
não a ponhas à janela,
que anda aí um rapazinho
que não tira os olhos dela (...)
(janela no rés-do-chão, em Monção)

sexta-feira, 27 de março de 2015

# 54


Se calhar o amor é assim. Fácil. Basta dizer, ou escrever… vá.


Fotografado em Silves, em 07-03-2014

quinta-feira, 26 de março de 2015

# [Fora de série]


Quem diria que o amor podia também ser assim, abatatado?


Esta surpreendente “batata-coração” estava no fundo do saco das compras da Ana Paula Carvalho, a quem pedi a fotografia.

quarta-feira, 25 de março de 2015

# 53


Ao que parece a Rua Capitão Leitão, em Lisboa, é um espaço muito apreciado por amantes arrependidos.  
A Raquel Franca, que já nos tinha posto, lá, a olhar para um pedido de desculpas, descobriu mais este. 

segunda-feira, 23 de março de 2015

# [ Fora de série ]

                                            Um coração empedrenido...

sábado, 21 de março de 2015

# 52


Fotografado em Vilamoura, em 22-02-2015


O tempo desfaz a tinta da parede mas o amor do Wilson pela Sofia resiste.

quarta-feira, 18 de março de 2015

# 51


Fotografado no Porto, há bastante tempo, por Gil Coelho que, agora, o repescou dos seus arquivos e o envia com o texto que aqui se reproduz:

“Tardes cinzentas, casas velhas, ruas tortas.
Por onde passo, atrás de mim há memórias
De encontros, de segredos, de suspiros e de histórias…
De muitos beijos prometidos e roubados,
De amores por inteiro e aos bocados,
Que são hoje os “Pinta-amores” esquecidos nessas portas.”


Obrigada, Gil.

terça-feira, 17 de março de 2015

# 50


O cenário bucólico inspirou o grafiteiro que, muito simplesmente, pegou na tinta e se declarou a Caroline. Da próxima vez que ela passar por ali, vai parar e, ouvindo as águas mansas do ribeiro, ficará surpreendida por se ver assim, publicamente amada.

Fotografado no Parque Urbano Penhas do Marmeleiro, em Cascais, dia 13-03-2015.
Contributo da Papoila.

segunda-feira, 16 de março de 2015

# 49


Na rua Capitão Leitão, em Lisboa (Xabregas), alguém reconhece que errou e deixa na parede o seu ato de contrição.

Que acham? Merece perdão?


Agradeço à Raquel Franca o envio deste pinta-amor, fotografado em março 2015.

quarta-feira, 11 de março de 2015

# 47


Fotografado nas Ferreiras (Albufeira), em  25-01-2015.


Imagino a Catarina, passando diariamente na rua do Paraíso, vendo-se assim, escrita com todas as letras naquela parede, e baixando os olhos numa timidez enrubescida.

terça-feira, 10 de março de 2015

# 46


O Gil Coelho mandou-nos mais um contributo para a coleção. Diz ele que isto dá que pensar e que acha que o Fábio fugiu da Soraia. Será mesmo? E será que é desta Soraia que o Fábio anda a fugir?

Fotografado no Porto, há alguns anos.

segunda-feira, 9 de março de 2015

# 45


Numa passagem subterrânea, em Ermesinde, a Bruna ficou a saber que ele a amava.


Quem nos desvenda este pinta-amor, é o amigo Rui Espírito Santo, do blogue Coisas da Fonte, que, ao passar por lá, em 27 de fevereiro 2015, captou a confissão.

domingo, 8 de março de 2015

# 44

Neste 'mundo cão' de todas as imprevisibilidades, no 'Corno do Bico' (belíssima área de paisagem protegida, em Paredes de Coura), também há lugar para o Amor. Mesmo latido...